sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Acabei de ver...



...O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d'Amélie Poulain), de Jean-Pierre Jeunet.
Não me lembro de estar tão ansioso para ver um filme, como estive para ver esta encantadora estória de Amélie Poulain, "garota sensível ao charme discreto das coisas simples da vida". Ela decide mudar a vida de todos ao seu redor, mas não consegue mudar a própria. Jeunet nos presenteia com uma pequena obra-prima! A fotografia é perfeita, assim como os cenários. Aliás, é difícil imaginar outro lugar para esta história que não fosse Paris, assim como outra Amélie que não fosse a Audrey Tautou. Para ver e rever!



Vi anteriormente também dois grandes filmes.
Cartas de Iwo Jima (Letters from Iwo Jima), de Clint Eastwood. Uma brilhante visão do lado japonês da batalha pela defesa da ilha de Iwo Jima, onde percebi que, não importa o lado, numa guerra, não há vencedores, mas podemos encontrar dignidade no lado inimigo, como se vê na interpretação do personagem de Ken Watanabe, o Gal. Kuribayashi.


Assim como comprovei que a dignidade não depende da aparência, assistindo o comovente filme O Homem Elefante (The elephant man), de David Lynch, que narra a história real de John Merrick (na verdade ele se chamava Joseph), o homem que sofreu a vida inteira por causa das deformidades no seu corpo, provocadas por uma doença até então desconhecida, que o deixava com uma aparência assustadora. Mas as atitudes cruéis, dos ditos "normais", são o que mais me assustam...

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